O voo das aves

O voo das aves é o resultado do esforço coletivo de todos os usuários que inseriram e inserem valiosas informações que beneficiam não somente aos demais usuários, mas como toda a comunidade de observadores de aves, ornitológica e visitantes em geral. A todos os que dispensaram um pouco do seu tempo para compartilhar o seu conhecimento muito obrigado.

Introdução

As aves são os animais que melhor se adaptaram à capacidade de voo. Embora diversos outros seres vivos têm a mesma particularidade a evolução dos membros superiores em asas colaborou para a expansão das aves por praticamente todas as regiões do planeta. Mesmo aquelas em que o voo se encontra inato a estrutura básica está lá, lembrança de que o processo evolutivo através do voo de alguma forma colaborou para o sucesso da perpetuação da espécie. As aves são, portanto, as senhoras dos ares por excelência.

A anatomia do voo

O processo evolutivo proporcionou as aves todas as condicionantes necessárias para que elas dominassem o ar. Colaborou em sua aerodinâmica corporal, retirando-lhe peso estrutural dando aos ossos estrutura pneumática, ajustando as suas penas de forma a darem a elas a dinâmica de romper as barreiras do ar, “quebrando-lhe” a residência ora para o arrojo das investidas de predação ora para a regularidade do voo planado.

A estrutura esquelética e o voo
As penas
As asas
O papel da cauda

Aprendendo a voar

Tipos de voo

Correntes de ar

Forma mais primitiva de voo e talvez a forma que proporcionou todas as outras técnicas. Consiste em manter as asas abertas batendo o menor número possível de vezes as asas, o que se torna uma vantagem ao não se gastar muita energia corporal devido ao menor esforço empregado.

Entre os mais exímios planadores temos os grandes rapinantes e as aves pelágicas.

Os grandes rapinantes - Accipitriformes - têm as asas largas e a cauda em leque. Rapaces, utilizam-se de sua forma anatômica para garantir maior eficiência em suas ações de caça em que na quase totalidade das vezes obtêm sucesso.

  1. Peneiragem ou voo peneira

  1. Voo ondulado

Técnica de voo em que a ave sobe e desce no ar lembrando o movimento de uma montanha-russa. Utilizida pelos grandes predadores para vasculhar áreas nas copas das árvores ou outros locais sobrevoados a procura de suas presas.

  1. Voo picado
  2. Wiffling

Manobra em que a ave desse em rápido e vertiginoso voo logo após avistar um poleiro ou local de seu interesse ou quando a ave predadora avista uma presa e parte de um voo planado em sua direção valendo-se dessa manobra. As aves de rapina se utilizam dessa manobra em ações de caça. Os urubus costumam praticá-la quando produzem um som como avião a jato.

O voo de libração dos beija-flores

O voo de libração ou voo de helicóptero é aquele em que a ave paira no ar. Os beija-flores são exímios nessa forma de voo. As outras aves voam batendo as asas para cima e para baixo, já aquelas da família Trochilidae, devido a sua anatomia em que não há rigidez na junção das asas com o corpo, o que permite com que batam as suas asas para frente e para traz, horizontalmente, exercendo a função como das hélices, porém formando um desenho no ar como um número oito causando redemoinhos de ar conseguem se sustentar paradas. Essa técnica é utilizada quando em busca do alimento ou em outras situações específicas como no cortejo.

Aves que não voam

Referencias